terça-feira, 29 de maio de 2012

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Quando não oro

Eu preciso saber que todos os dias vivo na dependência do Deus que me criou, que me amou e que trabalha em meu favor. Aquele a quem acolhi em meu coração e entreguei a minha vida e minha eternidade.
Mas existem dias em que eu não quero Seus conselhos, pois, me acho completamente dona de mim e do meu destino. Há dias em que escolho andar sozinha e descobrir onde eu posso chegar.
Esses, são os piores dias da minha vida. São os dias em que os meus erros são mais gritantes, que minhas estradas certamente me encaminharão a um lugar de dores dilacerantes, de lágrimas abundantes e de trevas e confusão.
Quando não oro fico fragilizada, indefesa, perdida, à mercê da boa vontade cristã de alguém menos tola que eu. Quando não oro, gero atitudes que atingem outras pessoas, ações dignas de arrependimento, dessas que deixarão minha cabeça baixa, meu coração contrito e ferido, meu olhar caído e meu sentimento limitado a dor e ao sofrimento.
Quando não oro, me emburreço, me esqueço das promessas, das palavras do Mestre, da estrada que é O caminho.
Orar muda tudo, não orar, talvez mude também, no entanto, me levará na direção contrária e me afogará no medo e na incerteza da vida.
Boa noite.